Para conseguir libertar-se!

     Meus queridos, muitas vezes vocês já me ouviram dizer que somos aquilo que pensamos. Portanto, se quisermos ter atitudes diferentes precisamos mudar, em primeiro lugar, a maneira como pensamos.

 

     Nesta mesma linha de raciocínio, somos aquilo que comemos! Ora, muita gente desenvolve o colesterol ruim justamente porque consome, em excesso, alimentos gordurosos. Outros, retêm líquido por consumir muito sal; outros, ainda, ficam com anemia justamente por não consumirem o correto e necessário, e assim por diante.

 

     Veja bem, não estou aqui para querer bancar o nutricionista (risos). E nem para levantar as questões de predisposição genética para o desenvolvimento de algumas doenças. Apenas me utilizei da questão acima como um mero exemplo para o desenvolvimento deste artigo.

 

     Se, fisicamente falando, precisamos repensar naquilo que ingerimos para que, assim, tenhamos um bom resultado de nosso físico, por que não pensar no que temos “ingerido” em nosso emocional? Quais são os pensamentos que andam alimentando nosso cérebro e abastecendo nosso psíquico?

 

     Será que não estamos fixos e focados em coisas que não contribuem para nosso desenvolvimento? Qual o conceito que fazemos sobre amor? Como entendemos uma relação amorosa? Como acredito que deva ser um posicionamento saudável numa relação? De igualdade? De reciprocidade? Ou é um jogo para ver quem manda mais? Jogo de ciúmes? Fazer jogos para despertar o ciúmes na pessoa amada pode trazer consequências? Ao invés de fazer com que a pessoa demonstre que gosta de você, será que não será tomada de insegurança? Esta, por sua vez, não poderá trazer desgaste? Este, por sua vez, traz quais consequências?

 

     Uau, isso é questionar! É saber perceber quais são os pensamentos e conceitos que nos orientam. Somente quando chegarmos à conclusão de quais são é que poderemos mudar nossas atitudes. E o que isso tem a ver com o título, ou seja, com o libertar-se?

 

     Ora, se queremos nos libertar de determinadas situações, conflitos ou amarras, é necessário que mudemos a maneira como pensamos e enxergamos tais situações. Se você se sente preso em algo, questione isso. Coloque em xeque sua dependência de alguém, por exemplo. Perceba que você era uma pessoa livre e feliz antes de ter conhecido tal pessoa. Se era antes, o que o impedirá de ser agora? Será que o impedimento não está na forma como está enxergando a situação? Mude a forma como vê e a libertação virá. Encare a realidade, enfrente, pense, repense! No final das contas, o resultado do “exame laboratorial” do seu emocional lhe trará boas surpresas, sem dúvida. Pense nisso! Forte abraço: André Massolini


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